Tempo de leitura: 2 minutos
O Fervedouro do Rio Sono é um dos atrativos que já havia conhecido em outra ocasião, continua sendo um daqueles lugares que renovam a alma e nos fazem crer no poder transformador da natureza.
Nossa jornada até lá foi repleta de expectativa. Era o quarto destino do dia, e após um almoço simples mas delicioso em uma estrutura rústica próxima, seguimos animados. A comida caseira, embora sem muita variedade, tinha um sabor autêntico que conquistou a todos. Destaque para o picolé de buriti, fruto típico do Cerrado: enquanto um de nós se encantou com seu sabor adocicado e terroso, outros do grupo, como Samara, Sophia e Heitor, não se renderam tão facilmente à iguaria. A divergência virou até piada entre nós!
Depois do almoço, esperamos um tempo até o guia nos avisar que era nossa vez de entrar no fervedouro. Enquanto isso, descansamos em redes penduradas em um redário. A trilha até o fervedouro é bem curta: só 100 metros, cercada por vegetação baixa típica do Cerrado.
Ao chegar, encontramos apenas uma pessoa no local, o que nos permitiu desfrutar de quase uma hora de pura tranquilidade. O fervedouro é uma espécie de piscina natural redonda, com água transparente que brota do solo com força. Por causa dessa pressão, ninguém afunda — você flutua naturalmente. A água é fria, mas refrescante. O espaço é pequeno, comporta até 10 pessoas.
Para quem nunca visitou um fervedouro, a sensação é única — uma combinação de leveza e conexão com a terra. Dizem que essas nascentes são “olhos d’água” do Cerrado, ecossistema que abriga 5% da biodiversidade do planeta. E ali, naquele cenário quase místico, é fácil entender por que o Jalapão é chamado de “deserto das águas”.
Como o local comporta apenas 10 pessoas por vez, a experiência é íntima. Dessa vez, ainda tivemos a chance de registrar tudo com o drone, capturando imagens aéreas que mostram o contraste entre a piscina natural e a imensidão do Cerrado. Mas confesso: nenhuma foto faz justiça à paz que sentimos ali.
Recomendamos visitar entre maio e setembro, período de seca, quando os rios estão mais cristalinos. E não se esqueça de respeitar as normas de conservação: protetor solar e repelente devem ser evitados antes de entrar nas águas, para preservar esse ecossistema único.
Já conhecíamos o Fervedouro do Rio Sono de uma viagem anterior e, dessa vez, confirmamos: é um lugar bonito e diferente, mas não espere estrutura turística avançada. Tudo é bem rústico. A experiência de flutuar na água é curiosa, mas o que mais chamou atenção foi a tranquilidade do local. Se você gosta de natureza sem muitos luxos, vale a pena incluir no roteiro. Só não esqueça de levar água, lanches e paciência para as longas estradas de terra!
Confira o vídeo:
MEU BLOG: https://www.vamostrilhar.com.br
MINHAS REDES SOCIAIS:
Instagram – http://www.instagram.com/vamostrilhar
Facebook – http://www.facebook.com/vamostrilhar
Pinterest – https://www.pinterest.com/vamostrilhar
Tiktok – https://www.tiktok.com/@vamostrilhar
SE INSCREVE AQUI NO CANAL: http://bit.ly/24Q5stg